quarta-feira, 12 de abril de 2017

A vida corre tranquila.

Já estamos a meio de Abril.
Já tivemos varicela x 2, este ano. O aniversário dele, adiado por causa disso. Nem uma birra, nem uma reclamação, aquele miúdo é especial.
Ela, despachada e sorridente. Muito carinhosa, dá beijinhos e abracinhos deliciosos.


Nós na mesma... sem alterações, o que nem é bom, nem mau.
Já tentei emagrecer 25687 vezes este ano. Todas falharam...
A faculdade vai correndo, menos mal.







segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Sai 2016! Entra 2017!

E pouca coisa muda...
Estamos juntos, temos saúde.
Eu tenho a habitual vontade de mudar. Mas de resto tudo na mesma...


Que 2017 venha sereno, que seja de paz e de concretizações, que a saúde não nos abandone, que o bom humor, não nos dê tréguas, que sejamos felizes!

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Coisas que não quero esquecer...

Na correria dos dias e à velocidade que o tempo passa há coisas que posso esquecer, e um dia vou querer lembrar-me.
Por exemplo, das mãos pequeninas dela na minha cara enquanto diz que gosta de mim, dos beijos poucos e dos beijos muitos, os primeiros ao de leve e os segundos sonoros e repenicados.
Das conversas no carro, sobre o que ele aprendeu na escola, a musica nova, a lenga-lenga e a história do "Cuquedo" e do "Chibos Chibões" ( Ou Chibos Sabichões :) ), a ideia que deu com o amigo para uma construção ou como sai do refeitório à "moda antiga" com a fruta na mão para comer na rua.

Mas sobretudo não me quero esquecer de como dizem facilmente "desculpa", "gosto de ti até à lua", "abraçinhos e beijinhos".... das caras rosadas e felizes, do amor que nos têm incondicional, dos abraços que dão um ao outro, das conversas que têm juntos no carro, só os dois. Das canções que cantam juntos, da forma protetora com que ele a puxa para que não entre sozinha no elevador, de como lhe explica que a chucha faz mal aos dentes, ou como é importante ir à escola, e da forma como ela lhe pergunta se quer maçã ou uma fatia de queijo e lhe diz que já não é bebé....

Não quero esquecer a côr e o cheiro que trazem ao fim do dia, e do amor com que me abraçam. Da euforia quando os vou buscar, do "bons sonhos" que me retribuem com vozes ensonadas. E do "Já acordei!" pela manhã...

Quero para sempre lembrar que foram pequeninos, que são felizes, que têm amor no coração...

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Isto anda moribundo. Ou vai ou racha.


O Blog anda moribundo, e a minha vida andou em stand by. Limitei-me a ver filhos crescer, a suprir as necessidades deles, a trabalhar para os sustentar. Em 5 anos fiz várias tentativas de voltar à vida, mas não consegui,
Gostava que fosse desta, por muitas razões. Começo finalmente a ver a vida mexer, a animar-me com algumas coisas.
Voltei a estudar, ainda não sei bem porque me meti nisto e o cansaço tem sido muito, mas isso faz-me feliz.
Voltei ao ginásio, ante de recomeçar os estudos e agora não sei se consigo continuar, porque na verdade sinto-me sem energia para o exercício. 
Agora trabalho perto de casa, o Rafael tem ginástica num clube próximo, e temos a vida mais organizada. Fizemos novos amigos. O Rafael já está na escola dos crescidos.

De há uns tempos para cá, sinto que quero mudar de hábitos, de corpo. Tenho vários kilos a mais, e isso anda a incomodar-me muito, mas nada faço para mudar. Ontem foi mais um dia de excessos... 
Hoje será o dia da mudança... não pretendo alterar o sentido deste blog que, mas preciso de vir aqui debitar o que me vai acontecendo. 

Para já adianto que hoje será um dia sem pão ou doces :) 

sábado, 22 de outubro de 2016

Mãe Polvo

Ser mãe de dois é nunca ter tempo.

É tomar o pequeno-almoço a correr, enquanto enfio colheres de papa em duas bocas. Vestir duas crianças quase adormecidas, enquanto canto ou falo sobre coisas boas, para os animar.  É lavar caras e calçar sapatos a duplicar. É pôr creme e perfume à pressa porque a mais pequena não prescinde, mas depois sair de casa sem me ter penteado, e só me maquilhar no escritório.
É metê-los no carro e apertar um cinto e mais outro e conduzir meia dúzia de metros e voltar a desapertá-los para deixar um, é trazer a outra a reboque e apertar o cinto mais uma vez e deixá-la a ela.
É dar banhos em série, é vestir pijamas e secar cabelos, entre um tacho ao lume e uma máquina de roupa, é passar a tarde a passar a ferro com eles a brincar aos meus pés. 
É sentir culpa eterna, por tudo e por nada. É levá-lo à ginástica. É levá-la à piscina, É saber as canções, da Maria, dos Caricas, da Caracóis dourados e ursinho.
É saber onde estão os calções do Sarau e a touca da natação. E ter sempre lavado e passado o fato de treino do faísca.
É sorrir e aceder ao pedido para pôr baton. E saber que ela gosta mais do gancho rosa, e do pijama da Minnie. É saber que à quarta é dia de levar fruta, e nunca poder esquecer.
É preparar o Halloween da ginástica, apesar de detestar o Halloween. E preocupar-me com o Natal em Outubro.
É isto tudo com amor a duplicar...